Todo fornecedor de sistema industrial tem metodologia. A diferença está em quem a conduz — aqui, a implantação é feita por quem construiu o produto, na mesma indústria em que ele nasceu.
A implantação tem data para terminar. A otimização, não.
O processo desenhado é confrontado com a configuração, com a operação ainda intocada.
Escopo reduzido forma os primeiros operadores, que viram referência para os demais.
Roda junto com o sistema atual, sem substituí-lo. A conta bate enquanto ainda não vale.
Entrada em produção definitiva. Cada risco já foi retirado antes — a virada é consequência.
A fábrica não para para trocar de sistema. Ela troca de sistema produzindo.
Análise técnica, notícias do setor e histórias de indústrias que sistematizaram a operação. Sai de dentro dos projetos, não da arquibancada.